Categoria: Espetáculos

Saiba mais sobres os espetáculos da Companhia Construção, do Teatro Nilton Filho.

  • Poemas de rasgar as veias

    O espetáculo POEMAS DE RASGAR AS VEIAS foi interpretado por ANTÔNIO CARLOS CASTILHOS, que há mais de 10 anos estava afastado dos palcos brasileiros. A peça é uma coletânea, que vai de Camões a Vinícius de Morais, passando por Carlos Drumond de Andrade, Fernando Pessoa, Garcia Lorca, José Régio, Manuel Bandeira, Olavo Bilac, Oligario Mariano, Pablo Neruda, Raimundo Correa.  A belíssima interpretação de Antônio Carlos Castilhos, e a direção cuidadosa de Hyro Matos, transformam, o que poderia ser simplesmente um recital de poesias, em um espetáculo sensível, forte e emocionante. O espetáculo é composto por vários momento marcado pela luz e elementos de cena como máscaras, tecidos, adereços e figurino, o que transforma cada poema em uma nova imagem e um novo momento poético.  A iluminação e ambientação cênica, também estão a cargo de Hyro Mattos e Nilton Filho, a trilha sonora e efeitos especiais nas mãos de Jonas Amadeo Lucas, operação de luz Leandrison Morato e operação de som Kaka Medina.

  • Quarta-feira, sem falta, lá em casa

    Quarta-feira, sem falta, lá em casa

    Quarta-feira, sem falta, lá em casa, é um espetáculo tragicômico que retrata da solidão na terceira idade, onde o amor e a amizade são os únicos ingredientes que mantém vivo o ser humano.

    Esta peça de teatro conta  a história de duas amigas que se conhecem há quarenta anos e que todas as quartas-feiras se reúnem para tomar chá e colocar as fofocas em dia. Mas justamente nesta quarta-feira algo diferente aconteceu, Laura, que recepcionava a amiga Alcina, em sua casa, perde Helena, a empregada que estava junto dela há 22 anos, esta estava grávida e na tentativa de fazer um aborto, vem a falecer. Isto muda a rotina e a vida de Laura.

    Para não ficar só, contrata outra empregada para os afazeres da casa. Quando o porteiro do prédio, apresenta a nova criada, Laura ao ver a menina, acredita estar tendo visões, pois tem o mesmo nome e rosto da amiga Alcina, quando esta tinha 20 anos. Nos pertences da moça, Laura descobre, através de umas cartas, um romance proibido, que teve Alcina sua melhor amiga provocando várias confusões e um final surpreendente.

    Texto de Mário Brasini, este espetáculo foi dirigido por Nilton Filho com as atrizes Odete Picheco e Maju Volkmer, iluminação de Hyro Mattos.

     

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  • Fala baixo, senão eu grito

    Fala baixo, senão eu grito

    A peça coloca em cena as diversas situações tragicômicas, em que a personagem Mariazinha, se vê envolvida com o aparecimento repentino de um homem, em seu quarto de pensão, onde vive. É uma mulher simples e solteirona, que com a presença de seu oposto, coloca para fora todos os seus desejos e angustias, criando assim, uma visão do universo feminino dos anos 60, e que, em muitos pontos, perduram até hoje.

    Uma a tragicomédia de Leilah Assunção, que foi montada com Regina Machado, Hyro Mattos e Luiz Alve.

     

  • Solidão A Comédia

    Solidão A Comédia

    Um monólogo sobre a solidão

    Solidão A Comédia é uma peça de teatro formada por cinco textos escritos por Vicente Pereira, que tem como tema a solidão em suas mais diversas formas.

    Para uni-los criou-se como elo de ligação, uma conversa informal do ator com o público, onde ele comenta fatos pitorescos e curiosidades, da vida nos bastidores do teatro.

     A SÉTIMA ARTE

    Este  é o primeiro texto e trata da espera da namorada de um cinéfilo, dentro de um cinema. Como ela não chega este assiste ao filme todo e no transcorrer da película vai vivenciando e sofrendo todos os momentos como se fizesse ele parte da história.

    PARIS EM CHAMAS

    É a desfiguração de uma alcoólatra durante o bate-papo no primeiro encontro, marcado em um bar, com um desconhecido que poderá ser um possível candidato a seu namorado. Sem mesmo se conhecerem, usaram como referência as cores das roupas que iriam se apresentar, código que nenhum dos dois  respeitaram muito, correndo o risco de nunca se falarem.

    FOGUEIRA DAS VAIDADES

    Um novo rico prepara-se para um jantar de gala, que é muito importante para a sua carreira de alpinista social, Enquanto veste-se, fala sozinho e com a esposa que está no banheiro. Esta por sua vez não lhe dá a mínima importância, não lhe respondendo uma só pergunta, fazendo-lhe suspeitar que ela pudesse ter se suicidado.

    CORAÇÃO SANTO

    A velha prostituta planeja como recuperar seus antigos clientes. De posse de uma esfarrapada agenda, começa a procurar um a um. A cada telefonema, uma nova surpresa, que a faz refletir e filosofar.

    VAMOS FALAR FRANCAMENTE

    O velho Figueiroua tenta dissimular a gravidade da enfermidade de seu melhor amigo, criando situações hilárias e confusas, na tentativa de consolá-lo e estimula-lo para a vida, o que os dois, nitidamente, sabem que não é possível.

    Leia a crítica do espetáculo

    PASTA solidão a comédia

     

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  • Mandrágora

    O espetáculo teatral, Mandrágora  é uma  comédia  de  Maquiavel, que se passa na Florença de 1504. Calímaco homem de trinta anos, está de volta a Florença, depois de ter passado muito tempo vivendo e estudando em Paris. Seu maior objetivo é conhecer mais de perto Lucrécia, que todos dizem ser a mulher mais bela do mundo, esposa de messer Nícia, um velho e rico advogado. Sendo esta virtuosíssima e vigiada, o acesso de Calímaco ao objeto amado fica remoto. Mas nem  tudo está perdido pois a esperança de sua paixão está em um problema do casal: sofrem  profundamente pelo fato de não terem filhos, o que todos comentam, não tendo até agora nem um médico resolvido  a questão  deste lastimável fato.

    A partir dessas informações tece-se a intriga, Calímaco ajudado por um amigo, Ligúrio, um parasita, e com a cumplicidade de um religioso sem escrúpulos, Frei Timóteo, consegue alcançar o seu objetivo, seduzir Lucrécia. Ligúrio apresenta Calímaco a messer Nícia como um grande especialista francês, que descobriu virtudes de fertilidade numa raiz a Mandrágora com a qual conseguiu fazer uma poção infalível. Não fora por ela, diz Ligúrio, a rainha da França seria estéril, e assim uma inumerável quantidade de princesas daquele País. A  Mandrágora é uma comédia que desmoraliza totalmente a virtude.

    TEXTO: Nicolau Maquiavel

    DIREÇÃO: Nilton Filho

    PERSONAGENS:

    Calímaco – Hyro Mattos

    Ligúrio – Carlos Paixão

    Messer Nícia – Nilton Filho

    Frei Timóteo – Paulo Oliveira

    Sóstrata – Regina Machado

    Lucrécia – Cláudia Severo

    Criado – Airton Fabro

    Músico – Thomas Mann

    ADAPTAÇÃO: Nilton Filho e Zoraide Pereira

    Opiniões

    Corrosivos e geniais, e separados no tempo e no espaço por quase um século, o florentino Maquiavel e o parisiense Molière começam a se encontrar agora aqui, em Porto Alegre, a cada final de semana. Não terão convivência simultânea mas é só um sair de cena, depois das vesperais de AS ARTIMANHAS DE SGANARELLO para o outro ocupar a caixa mágica do palco com esse eterno MANDRÁGORA. Tal aproximação entre os dois paradigmas do teatro ocidental é obra de Nilton Filho e da Cia de Teatro Construção e significa a permanência na proposta de coerente escolha dramaturgica até então calcada em respeitáveis nomes nacionais. Nessa nova fase permanece o humor esse poderoso catalisador de emoções. Quem acompanha o grupo nem se surpreende: de atos nobres e esperança é feita a luta humana. Mas também é ela feita de artimanhas e conveniências. Tal boa mistura, que constrói a própria vida, vira espetáculo que convida a beber a poção de mandrágora e os remédios impossíveis do médico à força, brindando ao ato maior de brincar com alegria.
    Maristela Bairros Schmidt
    Mandrágora, é uma das mais importantes comédias clássicas italianas, vejo-a não só importante, como um alerta a todos nós, que após a passagem de quatro séculos, ainda somos egoístas e nos movemos apenas pelo ouro que podemos ostentar, deixando as nossas virtudes e qualidades espirituais, valerem apenas algumas moedas… Será que estamos no rumo certo?
    Nilton Filho.

    Conheça detalhes no espetáculo: PASTA MANDRAGORA

    Veja as fotos:

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  • As Artimanhas de Sganarello de Molière

    As Artimanhas de Sganarello, texto de Molière, foi encenado pela Companhia de Teatro Construção, em 1995. Com direção de Nilton Filho, esta comédia tragicômica contava com Carlos Paixão como Sganarello, Airton Fabro como Jean Pierre, Hyro Mattos como Jean Paul e Louis Armand, Cláudia Severo como Marie e Margerite, Nilton Filho como Geronde e Regina Machado como Henriette. Esta peça de teatro mostra os resultados do ciúmes, conclusões precipitadas e mal-entendidos envolvendo a personagem principal.

    Veja as fotos do espetáculo:

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