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  • Retratos do Silêncio

    Retratos do Silêncio

    Mistério e suspense compõem o enredo de “Retratos do Silêncio”, a mais nova montagem assinada e produzida pelo diretor Nilton Filho.  Escrita pelo ator e diretor Hyro Mattos, a peça conta a história de uma família que passa a conviver com estranhos acontecimentos, depois que se muda para um grande casarão herdado de um falecido parente. Ambientada no final dos anos 50, a trama ganha novos contornos com a chegada de uma misteriosa vizinha, Dona Amélia, que faz importantes revelações, ajudando a família a compreender a razão dos inquietantes fenômenos que acometem a todos, na casa.

    “Quis contar uma estória que falasse de amor e redenção, ao velho e bom estilo das estórias com começo, meio e fim. Algo que fizesse o expectador se emocionar”, comenta Nilton Filho.  Segundo ele, “Retratos do Silêncio” traz à discussão uma questão intrigante e que se mantém presente ao longo dos séculos: seguimos ou não vivendo após a morte?

    O elenco da Cia. de Teatro Construção, fundada em 1978, reúne, além de Hyro Mattos, o veterano ator Antônio Carlos Castilhos, como convidado especial, dividindo o palco com Eduarda Meneghetti, Gisele Faerman, Jacqueline Severo, Lee Costa, Mariana Rosa e os atores-mirins Júlia Pilotti e Júlio Estevam. A trilha sonora, composta especialmente para o espetáculo, é executada ao vivo por Rafael Ruschel Greco (teclado) e Karine Isquierdo (flauta). A iluminação e a cenografia são assinadas por Nilton Filho e Hyro Mattos.

  • Poemas de rasgar as veias

    O espetáculo POEMAS DE RASGAR AS VEIAS foi interpretado por ANTÔNIO CARLOS CASTILHOS, que há mais de 10 anos estava afastado dos palcos brasileiros. A peça é uma coletânea, que vai de Camões a Vinícius de Morais, passando por Carlos Drumond de Andrade, Fernando Pessoa, Garcia Lorca, José Régio, Manuel Bandeira, Olavo Bilac, Oligario Mariano, Pablo Neruda, Raimundo Correa.  A belíssima interpretação de Antônio Carlos Castilhos, e a direção cuidadosa de Hyro Matos, transformam, o que poderia ser simplesmente um recital de poesias, em um espetáculo sensível, forte e emocionante. O espetáculo é composto por vários momento marcado pela luz e elementos de cena como máscaras, tecidos, adereços e figurino, o que transforma cada poema em uma nova imagem e um novo momento poético.  A iluminação e ambientação cênica, também estão a cargo de Hyro Mattos e Nilton Filho, a trilha sonora e efeitos especiais nas mãos de Jonas Amadeo Lucas, operação de luz Leandrison Morato e operação de som Kaka Medina.

  • Samba.com da Gisele Rodrigues

    Samba.com foi  show da cantora Gisele Rodrigues, dirigido por Nilton Filho, no ano 2000Ritmos, estilos e compositores que representam o que há de melhor na Música Popular Brasileira estavam presentes no show da cantora GISELE RODRIGUES – samba.com.

    O repertório foi composto por clássicos da MPB, em especial os sambas. Gisele propõe uma viagem ao vivo pelo universo de grandes compositores como Assis Valente (Brasil Pandeiro), Jacob do Bandolin/ Baby do Brasil (Assanhado), Gonzaguinha (É),Mauro Duarte (Lama) e Chico Buarque (A Rita).

    “Na era da revolução tecnológica dos novos meios, da MP3, e do acesso à informação pela internet, enfim, da virada do milênio, quero resgatar as raízes da nossa música e ritmos”, justifica a cantora sobre o título do espetáculo.

    No Grupo estão os músicos Sérgio Cardoso (violão), Tiago Braga (cavaquinho) Sidnei Lentino, Ricardo Verlindo, Carlos Orviedo (percussão) e as atrizes Janaina Marques e Andréia Rizzo, iluminção Hyro Mattos.

    Segue a listagem das músicas que marcaram este show de Gisele:

    • Na Cadência So Samba – Ataulfo Alves
    • Tristeza Pé No Chão – Armando Fernandes  “Mamão”
    • Lama – Mauro Duarte
    • A Rita – Chico Buarque
    • Memórias Conjugais – Paulinho Da Viola
    • Coração Feliz – Adilson Bispo, Marquinho Pqd, Gerson Do Vale
    • Menino Do Rio – Caetano Veloso
    • Amor Nas Estrelas – Roberto De Carvalho , Fausto Nilo
    • Mensagem De Amor – Herbert Vianna
    • Aquele Frevo Axé – Caetano Veloso, Cézar Mendes
    • O Vento – Desconhecido / Domínio Público
    • Ogum Da Lua – Desconhecido / Domínio Público
    • Moça Bonita – Desconhecido / Domínio Público
    • O Que Vier Eu Traço – Alvaiade / Zé Maria
    • Assanhado – Jacob Do Bandolim
    • Lá Vem O Brasil Descendo A Ladeira – Moraes Moreira, Pepeu Gomes
    • Noite Dos Mascarados – Chico Buarque
    • Brasil Pandeiro – Assis Valente
    • É – Gonzaguinha
    • Prá Haver Amor Entre Os Homens – Baby Do Brasil, Pepeu Gomes
    • Ilu-Ayê – Cabana , Norival Reis

     

  • Quarta-feira, sem falta, lá em casa

    Quarta-feira, sem falta, lá em casa

    Quarta-feira, sem falta, lá em casa, é um espetáculo tragicômico que retrata da solidão na terceira idade, onde o amor e a amizade são os únicos ingredientes que mantém vivo o ser humano.

    Esta peça de teatro conta  a história de duas amigas que se conhecem há quarenta anos e que todas as quartas-feiras se reúnem para tomar chá e colocar as fofocas em dia. Mas justamente nesta quarta-feira algo diferente aconteceu, Laura, que recepcionava a amiga Alcina, em sua casa, perde Helena, a empregada que estava junto dela há 22 anos, esta estava grávida e na tentativa de fazer um aborto, vem a falecer. Isto muda a rotina e a vida de Laura.

    Para não ficar só, contrata outra empregada para os afazeres da casa. Quando o porteiro do prédio, apresenta a nova criada, Laura ao ver a menina, acredita estar tendo visões, pois tem o mesmo nome e rosto da amiga Alcina, quando esta tinha 20 anos. Nos pertences da moça, Laura descobre, através de umas cartas, um romance proibido, que teve Alcina sua melhor amiga provocando várias confusões e um final surpreendente.

    Texto de Mário Brasini, este espetáculo foi dirigido por Nilton Filho com as atrizes Odete Picheco e Maju Volkmer, iluminação de Hyro Mattos.

     

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  • Fala baixo, senão eu grito

    Fala baixo, senão eu grito

    A peça coloca em cena as diversas situações tragicômicas, em que a personagem Mariazinha, se vê envolvida com o aparecimento repentino de um homem, em seu quarto de pensão, onde vive. É uma mulher simples e solteirona, que com a presença de seu oposto, coloca para fora todos os seus desejos e angustias, criando assim, uma visão do universo feminino dos anos 60, e que, em muitos pontos, perduram até hoje.

    Uma a tragicomédia de Leilah Assunção, que foi montada com Regina Machado, Hyro Mattos e Luiz Alve.

     

  • Solidão A Comédia

    Solidão A Comédia

    Um monólogo sobre a solidão

    Solidão A Comédia é uma peça de teatro formada por cinco textos escritos por Vicente Pereira, que tem como tema a solidão em suas mais diversas formas.

    Para uni-los criou-se como elo de ligação, uma conversa informal do ator com o público, onde ele comenta fatos pitorescos e curiosidades, da vida nos bastidores do teatro.

     A SÉTIMA ARTE

    Este  é o primeiro texto e trata da espera da namorada de um cinéfilo, dentro de um cinema. Como ela não chega este assiste ao filme todo e no transcorrer da película vai vivenciando e sofrendo todos os momentos como se fizesse ele parte da história.

    PARIS EM CHAMAS

    É a desfiguração de uma alcoólatra durante o bate-papo no primeiro encontro, marcado em um bar, com um desconhecido que poderá ser um possível candidato a seu namorado. Sem mesmo se conhecerem, usaram como referência as cores das roupas que iriam se apresentar, código que nenhum dos dois  respeitaram muito, correndo o risco de nunca se falarem.

    FOGUEIRA DAS VAIDADES

    Um novo rico prepara-se para um jantar de gala, que é muito importante para a sua carreira de alpinista social, Enquanto veste-se, fala sozinho e com a esposa que está no banheiro. Esta por sua vez não lhe dá a mínima importância, não lhe respondendo uma só pergunta, fazendo-lhe suspeitar que ela pudesse ter se suicidado.

    CORAÇÃO SANTO

    A velha prostituta planeja como recuperar seus antigos clientes. De posse de uma esfarrapada agenda, começa a procurar um a um. A cada telefonema, uma nova surpresa, que a faz refletir e filosofar.

    VAMOS FALAR FRANCAMENTE

    O velho Figueiroua tenta dissimular a gravidade da enfermidade de seu melhor amigo, criando situações hilárias e confusas, na tentativa de consolá-lo e estimula-lo para a vida, o que os dois, nitidamente, sabem que não é possível.

    Leia a crítica do espetáculo

    PASTA solidão a comédia

     

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